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	<title>Pink al Fresco</title>
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	<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 14:41:22 +0000</pubDate>
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		<title>What Dreams Are Made Of</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 14:12:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Vida no Reino Róial]]></category>

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Um dia, ele sonhou ser pássaro. Hoje, ele atravessou o Canal da Mancha a voar. Sozinho. Ele e o seu par de asas de fabrico caseiro.
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="384" height="283" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="flashObj" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="flashvars" value="videoId=1819673136&amp;playerId=1137883380&amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;domain=embed&amp;autoStart=false&amp;" /><param name="src" value="http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/1137883380" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="384" height="283" src="http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/1137883380" flashvars="videoId=1819673136&amp;playerId=1137883380&amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;domain=embed&amp;autoStart=false&amp;" bgcolor="#FFFFFF" name="flashObj"></embed></object></div>
<p></br></p>
<div style="text-align: center;">Um dia, <a href="http://www.jet-man.com/prod/index.html" target="_blank">ele</a> sonhou ser pássaro. Hoje, ele atravessou o Canal da Mancha a voar. Sozinho. Ele e o seu par de asas de fabrico caseiro.</div>
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		<title>Bomba de Oxigénio</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 07:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[O Me! O Life! O Academia!]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu já suspeitava que assim o era, mas ontem, pela primeira vez, senti-lo mesmo nos ossos: ao terminar a minha segunda palestra da semana, tive a nítida certeza que se um dia eu parar de ensinar, eu deixo de respirar. A sala de aula é a minha bomba de oxigénio, o meu embalo, o palco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já suspeitava que assim o era, mas ontem, pela primeira vez, senti-lo mesmo nos ossos: ao terminar a minha segunda palestra da semana, tive a nítida certeza que se um dia eu parar de ensinar, eu deixo de respirar. A sala de aula é a minha bomba de oxigénio, o meu embalo, o palco da minha vida. É a minha Meca, a minha cafeína, a minha adrenalina salgada. Junto dos meus meninos, cheios de potencial e mentes impressionáveis, é aonde eu me sinto verdadeiramente instigada. E então quando vejo neles um rasgo de brilho, porque as coisas finalmente lhes fazem sentido e a partir dali eles podem voar para planos mais altos, é quando eu me sinto mais viva. Se um dia eu parar de ensinar, eu deixo de respirar.</p>
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		<title>Diário</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 10:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Me, Myself and I]]></category>

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Desde que aprendi a escrever que tenho a necessidade de rabiscar diários que relatem a minha vida e o impacto que a vida dos outros tem tido em mim. Tenho obsessão por deixar um testamento escrito do meu crescimento interior e exterior, do meu percurso, das minhas mudanças, da concretização dos meus sonhos, das minhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="img-shadowleft"><img src="http://www.pinkalfresco.com/Images/diario.jpg"/></div>
<p>Desde que aprendi a escrever que tenho a necessidade de rabiscar diários que relatem a minha vida e o impacto que a vida dos outros tem tido em mim. Tenho obsessão por deixar um testamento escrito do meu crescimento interior e exterior, do meu percurso, das minhas mudanças, da concretização dos meus sonhos, das minhas dores e das minhas alegrias. </p>
<p>Escrevo, principalmente, porque tenho medo de ser esquecida pelas futuras gerações da minha família e de que as pessoas que hoje significam tudo para mim, amanhã não passem de um nome vazio mencionado por alto à mesa da ceia do Natal, porque ninguém mais se recorda das suas biografias. Pois o tempo passa, não perdoa e tudo esquece. </p>
<p>Quem pode contar com exactidão a história de vida dos seus avós e bisavós, de onde vieram, o que fizeram, o que suportaram, quem amaram se as suas histórias não tiverem sido escritas por eles ou por outros? Será que as suas vidas foram tão corriqueiras e banais como aparentam terem sido? É certo e sabido que no final da vida, a memória começa a falhar-nos e o relato deles quando passado de boca em boca torna-se incompleto e cheio de buracos. Por isso, tenho medo que os meus filhos e netos não tenham como saber quem eu fui se eu não lhes deixar uma descrição <em>in real time</em> da minha vida. Quero que eles saibam porque tomei certas decisões, que me tornaram no que me tornei. Quero que através de mim, eles aprendam o valor que a Mommy tem na minha vida, essa guerreira dos meus sonhos, paixão da minha gloriosa existência. E espero que o meu testemunho lhes dê força, esperança e fé neles próprios como a Mommy me tem dado a mim.</p>
<p>Os diários que tenho escrito ao longo da minha vida têm sido muitos e variados. Desde o caderno encadeado com cheirinho a morango, oferecido pela Tia Ganga quando fiz 9 anos, passando pelos <em>travel journals</em> onde redigi as minhas aventuras pelo Canadá e pela Holanda, tudo tem servido de veículo para registar as minhas vivências e perspectivas do mundo. Tanto esses como os cadernos pretos da ambar (muito populares nos meus <em>teen years</em>), a compilação de Word Docs acumulada ao longo dos anos quando o papel e a caneta não estavam à mão, os <em>love diaries</em> iniciados de cada vez que um sapo <em>in disguise</em> me roubava o coração e os blogues, embora de uma forma mais censurada, claro está, a Maria Lua Dot Com e, agora, o Pink al Fresco, todos estão devidamente guardados para um dia passar de mão.</p>
<p>Mas, ultimamente, <em>for my own chagrin</em>, não tenho tido tempo para deixar pedaços de mim inscritos para a memória dos descendentes. O tempo é curto e, cada vez que me sento para escrever algo mais criativo e contemplativo, dá-me um peso na consciência que me deixa atordoada, porque a Maria Lua devia estar era a escrever a tese e não pensamentos cor-de-rosa, menina feia! E em guerra com a minha própria consciência, tenho de dizer, não me sobrou outra alternativa se não deixar de lado a escrita das aventuras e ideias que aqui não são partilhadas (<em>too private!</em>) para poupar tempo para a tese. Mas tal decisão também não significa que não continue a narrar o meu quotidiano não-censurado para mais tarde recordar. Não. Deixei de escrever porque comprei um super sónico Olympus Digital Voice Recorder e agora antes de me deitar, em vez de puxar do pobre do caderno, abandonado na mesinha de cabeceira a ganhar pó como um condenado, dito em <em>viva voce</em> os meus pensamentos e feitos diários para a maquineta. Ideia genial, não?</p>
<p><img src="http://www.pinkalfresco.com/Images/Audio.jpg" class= "centerblank" /></p>
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		<title>2008-2009</title>
		<link>http://pinkalfresco.com/2008/09/24/2008-2009/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 08:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[O Me! O Life! O Academia!]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano académico começou esta semana na Faculdade do Rei e ontem dei a primeira palestra. Classe em sentido, alunos maioritariamente no feminino e Maria Lua em controlo, sabedora das suas coisas. No fim da lecture já pude adivinhar, pela experiência que dois anos de ensino superior me dão, os meninos que estão interessados em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano académico começou esta semana na Faculdade do Rei e ontem dei a primeira palestra. Classe em sentido, alunos maioritariamente no feminino e Maria Lua em controlo, sabedora das suas coisas. No fim da <em>lecture</em> já pude adivinhar, pela experiência que dois anos de ensino superior me dão, os meninos que estão interessados em aprender e os que estão a tirar a licenciatura só para encher CV com coisas giras e sérias. A leitura atenta da linguagem corporal nunca falha e dentro da sala de aula ela transparece como a luz da aurora. Embora tenha amor de paixão pelos estudantes mais dedicados, estrelas dos meus olhos, são os mais ociosos, possuidores das certezas de tudo, que mais me estimulam. Por norma, não costumo descansar até lhes contagiar com o meu entusiasmo erudito, <em>geek is cool</em>. E na maior parte das vezes, a minha atenção maternal e incansável costuma resultar - no final do ano, é ver as notas subirem em flecha. <em>Fingers crossed</em>, e a turma 2008-2009, primeiro semestre, não será diferente.</p>
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		<title>On Governor Palin: Funny but Tragic</title>
		<link>http://pinkalfresco.com/2008/09/22/funny-but-tragic/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 23:11:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Me, Myself and I]]></category>

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From cowboys to hockey moms? You tell them, Harvard boy.
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<div style="text-align: center;">
<object width="384" height="283"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/anxkrm9uEJk&amp;rel=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/anxkrm9uEJk&amp;rel=0&amp;color1=0xd6d6d6&amp;color2=0xf0f0f0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="384" height="283"></object></div>
</p>
<p>
<div style="text-align: center;"><em>From cowboys to hockey moms? You tell them, Harvard boy.</em></div></p>
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		<title>Dumb and Dumber</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 17:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vida no Reino Róial]]></category>

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As good as the real thing.

Mas alguém tem paciência para estas duas? Uma é uma neurótica sore loser Bill wannabe, a outra uma milfa ignorante que nem sabe o que é a Doutrina Bush. E vêem-se as duas a governar o mundo! Perderam-se. Pois chegou o momento deste diário declarar oficialmente o candidato que apoia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<div style="text-align: center;"><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://widgets.nbc.com/o/4727a250e66f9723/48cd3b64ddb82bd0/48cd0cf97d529c95/be940ef3' id='W4727a250e66f972348cd3b64ddb82bd0' height='283' width='384'><param value='http://widgets.nbc.com/o/4727a250e66f9723/48cd3b64ddb82bd0/48cd0cf97d529c95/be940ef3' name='movie'/><param value='transparent' name='wmode'/><param value='all' name='allowNetworking'/><param value='always' name='allowScriptAccess'/></object></div>
</p>
<p>
<div style="text-align: center;"><em>As good as the real thing</em>.</div>
</p>
<p>Mas alguém tem paciência para estas duas? Uma é uma neurótica <em>sore loser</em> Bill <em>wannabe</em>, a outra uma milfa ignorante que nem sabe o que é a Doutrina Bush. E vêem-se as duas a governar o mundo! Perderam-se. Pois chegou o momento deste diário declarar oficialmente o candidato que apoia nas próximas eleições norte-americanas. E antes do meu <em>muy</em> estimado público se perguntar porque raio importa-se ela com essas coisas, a gaja nem vive nos <em>States</em> nem nada, penso eu ter direito a expressar a minha opinião sobre quem gostaria de ver na Casa Branca, uma vez que a escolha do próximo Presidente dos Estados Unidos terá repercussões no <em>modus operandi</em> da sua política externa e, sabendo como sabemos que Londres apoiará Washington nas suas cruzadas pelo mundo, também terá influência na probabilidade de eu levar ou não com uma bomba na cara, qual ataques terroristas de 2005. Sendo assim, <em>ladies and gents, dames and knights, johns and heidis</em>, permitam-me dizer que o apoio <em>pink</em> deste diário nunca foi para a irmandade Clinton, como já devem ter reparado, nem irá para John McCain, uma pena, pois embora sendo um personagem simpático e moderado na sua ideologia <em>redneck</em>, infelizmente parece ter perdido muito do seu <em>mojo</em> e da sua estamina <em>anti-establishment</em> e receio que chegando à Casa Branca vire pau mandado da National Rifle Association, dos fundamentalistas cristãos e dos apoiantes da Palin. O meu voto <em>super deluxe</em>, como estava eu a dizer, vai sim para o homem do momento, Barack Obama, porque com ele posso estar descansada que as probabilidades dos Estados Unidos invadirem o Irão sem primeiro ouvirem umas verdades dos aliados europeus serão mais reduzidas, assim como serão mais reduzidas as probabilidades de eu ser incinerada por uma bomba nuclear quando o Irão retrucar o galhardete, colocando Westminster na mira dos mísseis. <em>What can I say? The man had me in Berlin! </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Momentos Coqueluxe Made in Iberia</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 13:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Me, Myself and I]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinco dias de volta a Londres e já estou a gagar por outras férias. As quase duas semanas que passei na Ibéria foram o antídoto perfeito para a tritura do quotidiano da cidade róial e embora não tenha feito nada de especial - a maior parte do tempo foi passado estiraçada na piscina ou na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco dias de volta a Londres e já estou a gagar por outras férias. As quase duas semanas que passei na Ibéria foram o antídoto perfeito para a tritura do quotidiano da cidade róial e embora não tenha feito nada de especial - a maior parte do tempo foi passado estiraçada na piscina ou na varanda do condomínio da Mommy voltada para o Atlântico a ler um livro e a contemplar as cores magníficas do mar e do céu, que lindos tons tem o nosso Portugal, não? – o pouco que fiz na Terra do Mar soube-me bem e tirou-me o <em>edgy</em> urbano de cima dos ombros.</p>
<p><img src="http://www.pinkalfresco.com/Images/Madeinportugal1.jpg" class= "centerblank" /></p>
<p>Um dos melhores momentos da minha estadia foi certamente ver, abraçar, falar e estar com a Mommy. Embora as nossas ausências já não nos custem tanto como antes, porque entretanto habituámo-nos à distância e com a ajuda do telefone, todas as noites matamos saudades, palrando sobre o dia que tivemos, o dia que vamos ter na manhã seguinte e, em geral, sobre aquilo que nos cutuca o coração, é sempre bom estarmos juntas, carne com carne. Os cozinhados da Tia Ganga e a alegria e agitação infantil dos seus rebentos, meus parentes aprimados, também contribuíram para umas férias em família cinco estrelas.</p>
<p>Outro ponto alto foram as <em>shades</em> da French Connection e o guarda-roupa de Verão da Oli e da Topshop que finalmente pude estrear depois de dois anos passados a mofar no armário. Em Londres, desde 2006 que há secura de calor e que não tiro a ventoinha para fora, uma bênção para o meu humor mas um terrível agouro para os meus instintos fashionistas que cada seis meses imploram por uma mudança da estética do pano. De maneira que deu para fazer uso das minhas fantásticas aquisições, tanto esbeltas quanto novas.</p>
<p>As voltas de carro pela Arrábida e pela Andaluzia foram também um dos momentos tope três. Em Londres não tenho carro, porque simplesmente não preciso - o fantástico sistema de transportes públicos desta cidade máilinda liga a porta do meu castelo de Westminster a qualquer ponto da metrópole sem eu precisar de bater muito ao salto. Para além disso, o que se paga de imposto de carro, <em>congestion charge</em> e parquímetro nesta Londres engarrafada dava para comprar uma bomba zero cada três anos fiscais. Mas, faz-me falta conduzir e ser conduzida sentada no &#8220;pendura&#8221; e, por isso, cada vez que vou a Portugal faço questão de queimar tanques de gasóleo só para ver o mundo passar ao lado do asfalto. </p>
<p align="center"><img src="http://pinkalfresco.com/Images/Madeinportugal2.jpg" alt="" /> <img src="http://pinkalfresco.com/Images/Madeinportugal3.jpg" alt="" /></p>
<p align="center"><img src="http://pinkalfresco.com/Images/Madeinportugal4.jpg" alt="" /> <img src="http://pinkalfresco.com/Images/Madeinportugal5.jpg" alt="" /></p>
<p>A visita do Johnny à Terra do Mar foi igualmente genial. Na manhã em que supostamente iríamos mais uma vez confirmar os meus escassos dotes para o desporto da raquete choveu (azares!), mas como na tarde anterior já nos tinhamos perdido nos prazeres etílicos da vida enquanto o sol se despenhava sobre o mar espalmado para além da barraquinha de praia em que estávamos sentados, o nosso <em>karma </em>foi devidamente reposto.</p>
<p>Embora à partida não tivesse parecido, outro momento supimpa foi quando a minha Vodafone Móvel ficou sem saldo a meio das férias. Em vez de ficar irritada pelos meus dez euros terem deslizado pelo cano dos <em>megabytes</em> abaixo tão rapidamente, preferi antes gozar do meu <em>status </em>incomunicado, preguiçosa suficiente para descer à vila e fazer um <em>top up</em>. Sem internet e com os emails mais importantes redireccionados para o Blackberry pude finalmente descontrair e apreciar os dias <em>off</em> relaxada. Daí não ter escrito este diário tantas vezes quanto tinha planeado e, depois de cair no hábito de não escrever, só hoje ter tido vontade de atirar estas palavras para o ecrã (perdoa-me, <a href="http://www.thelisbonstory.blogspot.com/" target="_blank">Maria Inês</a>!).</p>
<p>E, <em>last but not least</em>, a compra de um novo par de óculos Carolina Herrera a preço euro rematou em estilo a lista de momentos coqueluxe <em>made in Iberia</em>. De vez em quando, gosto de vestir a miopia que me assombra desde a adolescência com uma preciosa peça de acessório, mesmo se a dita cuja seja só desfilada para minha <em>sola </em>contemplação no final do dia quando arranco as lentes de contacto dos olhos. E estou cá para mim que esta me fica mesmo a matar.</p>
<p><img src="http://www.pinkalfresco.com/Images/Madeinportugal6.JPG" class= "centerblank" /></p>
<p>Desta forma as férias estivais chegaram ao fim, mas no Natal há mais. Só espero é que Dezembro não demore muito a chegar porque, embora ainda agora tenha regressado à minha amada vida de cidadã expatriada e trabalhadeira, já estou de ressaca. Pátria-mãe preciso de outro <em>shot</em>!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>La Boda de Vanguardia</title>
		<link>http://pinkalfresco.com/2008/09/09/la-boda-avant-garde/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 11:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Os Moquecos da Moqueca]]></category>

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A tradição já não é o que era. De regresso da Andaluzia - terra de touros e gente simpática, tapas e muito jamón, feria e procissões a passar debaixo da janela do hotel às onze da noite - vim a picar o cérebro atrás do volante por mais de 600 quilómetros a pensar no que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="img-shadowleft"><img src="http://www.pinkalfresco.com/Images/tradicao.jpg" alt="" /></div>
<p>A tradição já não é o que era. De regresso da Andaluzia - terra de touros e gente simpática, <em>tapas</em> e muito <em>jamón</em>, <em>feria</em> e procissões a passar debaixo da janela do hotel às onze da noite - vim a picar o cérebro atrás do volante por mais de 600 quilómetros a pensar no que raio aconteceu ao romance, ao sacrilégio da comunhão comum, ao ritual da boda como a conhecemos.</p>
<p>Talvez por ter a mania que sou Cinderela e acreditar em <em>happy endings</em> que começam com uma requintada festa no dia do casamento, tenho imaginada para mim uma boda tradicional - mas não religiosa - na qual o costume reinará. Sei que muito dificilmente me irei casar em Portugal, por isso, vejo-me antes a atar o nó nos lindos jardins dum castelo campesino em Inglaterra, alugado para o efeito, cercada da família e dos moquecos mais próximos, vestida a preceito e com um belo dum ramalhete debaixo do braço. Durante a cerimónia, antecipo discursos, troca de alianças, um beijo apaixonado e um apalpão no rabiosque antes de seguir para dentro do castelo onde o copo d’água durará até as <em>wee wee</em> horas da matina, rematado com o cortar do bolo, símbolo da nova era que se inícia. No dia seguinte, como manda a tradição, irei de lua-de-mel com o meu amor, muito enamorada e agarradinha a ele, piamente crédula que os melhores anos da minha vida ainda estão para vir.</p>
<p>Perante esta imagem corriqueira e nada extraordinária que tenho do dia do casamento, imaginem a minha estupefacção quando me dei conta que os meus moquecos estão muito à frente dos tempos, verdadeiros campeões das bodas pós-modernistas. Por outras palavras, o Juan e a Miranda simplesmente depenaram o dia da festa de todo o seu simbolismo, reduziram a boda a um episódio do <em>friends reunited</em> e ainda assim arrancaram dos seus convidados os elogios mais rasgados que se pode imaginar, <em>Best wedding ever!</em>, gritavam uns, <em>Una boda genial!</em>, gritavam outros.</p>
<p>O casamento, realmente, foi muito agradável, tenho de dizer, <em>Um verdadeiro encanto!</em>, exclamou mesmo a Mommy que caiu de amores pelos meus moquecos e se tornou na <em>groupie</em> preferida do Juan. A cerimónia civil foi feita entre as muralhas dum castelo mouro e o copo d’água numa adega imensa para onde os convidados foram transportados via comboio recreativo. Durante a refeição, a Mommy lá ficou sentada ao meu lado na mesa dos <em>singletons</em>. A comida estava uma delícia e a bebida ainda melhor. O baile começou temprano e eu não tardei em saltar para a pista com os moquecos atrás. Fartei-me de dançar o flamenco, rir-me com as esposas e namoradas dos meus homens trintões e beber, beber muito. No meio de tanta gente acuplada, a solteírisse até nem me incomodou, porque com a Mommy ali ao lado, senti-me sempre muito bem acompanhada.</p>
<p>Mas, ainda assim, devo de dizer, achei o casamento demasiado avançado para mim. Em primeiro lugar, a noiva não levou <em>bouquet</em> de flores para o altar, por isso, no final do dia, não houve lançamento de <em>bouquet</em> para ninguém. Em segundo lugar, o bolo de casamento estava <em>AWOL</em>. Ou seja, não houve bolo de casamento no copo d’água e, por conseguinte, ninguém comeu uma fatiota de massa açucarada. Em terceiro lugar, os noivos não quiseram gastar dinheiro com um fotógrafo profissional, então não houve fotos profissionais de <em>recuerdo </em>para os convidados comprarem e a única foto que eu e a Mommy conseguimos sacar junto deles teve de ser partilhada com o resto das pessoas sentadas na nossa mesa, porque com mais de trezentos convidados, dava mais jeito aos noivos tirarem fotos em grupo. Em quarto lugar, o noivo não quis ir de lua-de-mel com a sua noiva, porque disse preferir ficar na Andaluzia depois do casamento. Uma vez que os seus amigos vinham dos quatro cantos da Europa para testemunhar o evento, ele achava melhor fazer as honras da casa e passar os primeiros dias pós-casado com os seus companheiros. Por isso, não ia haver <em>love sweet love</em> numas praias brancas quaisquer para mais tarde recordar. Em quinto e último lugar, o noivo não gosta de usar anéis nos dedos e, como tal, no final da cerimónia, não houve troca de alianças. Os noivos saíram do registo civil tal como entraram, ou seja, com o dedo anelar ao relento e é assim que se irão manter para o resto das suas vidas de casado.</p>
<p>Bom. Se este não é o casamento mais progressista em que alguma vez estive, então não sei o que é. Só sei que não tenho pedalada para estas novas modas que parecem deixar toda a gente histérica de contente, menos a mim. Meus lindos, pensem lá comigo, se não era para pôr anel no dedo nem ir de lua-de-mel, então para quê casarem? Se não tinham dinheiro para o fotógrafo, para o bolo, nem para as flores, então para quê convidarem mais de trezentas pessoas para o copo d’água? Se o objectivo era fazer uma festa para os amigos e não uma comemoração do compromisso eterno do casal, o verdadeiro centro de qualquer casamento, então para quê uma boda?</p>
<p>A Mommy diz que, apesar de tudo, a festa foi muito bonita e o importante é que o noivo e a noiva se divertiram ainda que à sua maneira. Cada casal é como cada qual e eles têm mais é que fazer o que lhes parece bem. Pois. Concordo. Mas a que preço, pergunto eu? Certamente, não à custa do meu conto de fadas. Homem que é meu, terá porque terá de andar devidamente anelado. Quero safari em África para a lua-de-mel, muita flor campestre no altar e um fotógrafo Hello! para relatar um dos dias mais importantes da minha vida. Quero poucos convidados para lhes dar o máximo de atenção possível e um bonito bolo com dois bonecos espetados no topo. E se puder ser, quero ainda uma carruagem puxada por dois cavalos brancos, um noivo com chapéu alto, uma orquestra de cordas e uma lagosta no prato. E viva a tradição, caramba.</p>
<p style="text-align: center;">*****</p>
<p><span style="font-size:85%;"><strong>Post Scriptum</strong>: A bem da verdade, convém aqui deixar registado que doze horas depois de ter escrito este texto, revi as fotos da boda andaluza e realmente a noiva ia de <em>bouquet</em> nas mãos. Mas como a coisa era tão pirolita e como nunca a vi ser jogada ao ar, assumi simplesmente que não existisse.</span></p>
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		<title>A Praga dos Doutores</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 23:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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Portugal virou país de Doutores. Para aonde quer que me vire, é tudo Doutor com exigências de tratamento obsequioso. Não importa o curso de licenciatura que se tire, desde o Assistente Social até ao Informático, passando pelo Sociólogo e o Farmacêutico, todos intitulam-se de Senhores Doutores e o povo submete-se à subserviência que tal título [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="img-shadowleft"><img src="http://www.pinkalfresco.com/Images/pragadosdoutores.jpg" alt="" /></div>
<p>Portugal virou país de Doutores. Para aonde quer que me vire, é tudo Doutor com exigências de tratamento obsequioso. Não importa o curso de licenciatura que se tire, desde o Assistente Social até ao Informático, passando pelo Sociólogo e o Farmacêutico, todos intitulam-se de Senhores Doutores e o povo submete-se à subserviência que tal título infere como se os portugueses vivessem numa sociedade de castas, dividida entre os sacerdotes universitários e os intocáveis ignorantes.</p>
<p>Mas desde quando é que aos olhos da lei, os licenciados são doutores, pergunto-me eu? Doutores são os médicos e os doutorados. Em Inglaterra, nem sequer os advogados e dentistas são chamados de tal título e, se formos ver bem, também a lei aqui (se não estou enganada) não obriga a tal coisa. Então para quê perpetuar um costume terceiro-mundista que nos divide indiscriminadamente como sociedade e existe na pretensão de que quem frequentou a faculdade durante quatro anos é gentinha de status? Pois não se soou, resistiu e lutou tanto para que em 1976 pudessemos todos ser tratados de forma igual, imparcial e justa perante a lei portuguesa? Então qual o objectivo de prolongar esta desigualdade social só para uns poderem se engrandecer à custa dos outros?</p>
<p>Embora eu seja licenciada, pós-graduada e mestrada, eu não sou doutora, nem nunca me intitulei de tal coisa, pois Doutor, para mim, é uma palavra sagrada que envolve muita responsabilidade social, sendo apenas atribuida áqueles que estão devidamente habilitados a salvar vidas - os verdadeiros &#8220;sacerdotes&#8221; - ou aos que se tornaram especialistas supremos de uma determinada temática. Nas salas de aula londrinas, ninguém me trata por <em>Miss</em> ou <em>Teacher</em>, muito menos por <em>Doctor</em> ou <em>Professor</em>, cruz credo. Sou apenas Maria Lua para os meus meninos vintistas porque é assim que o exijo e, felizmente, é assim que o sistema britânico funciona. <em>Doctor</em> é o doutorado, e <em>Professor</em> é o catedrático e nem esses são tratados por tal formalidade pelos seus estudantes. Antes, esquivam-se a rótulos diferenciados e encorajam os pupilos a chamarem-nos pelo primeiro nome, porque na academia não pode haver cerimónias se o conhecimento tem de fluir sem preconceitos nem intimidações.</p>
<p>Assim, o supervisor da minha tese é apenas o Jonathan, embora seja <em>Doctor</em> e um dos maiores especialistas mundias da minha área de especialidade. O conselheiro da minha tese é o Justin, embora seja <em>Professor</em> e com publicações referenciadas nos cinco continentes. Já frequentei os pabes com o Jonathan e, de vez em quando, tomo conta da adorável filhota do Justin. A nossa informalidade não coloca em causa o respeito imenso que tenho pelos dois, muito pelo contrário. É na humildade com que eles se entregam ao profissional que recebem toda a minha admiração.</p>
<p>Então, minha gente, pergunto-vos eu - para quê a pachachíce do Senhor Doutor? Se a lei não vos obriga a chamar os Lics de Doutores, então para quê sujeitarem-se a tanta falsa pomposidade só para mimarem complexos de superioridade de gente com tiques de grandeza? O tratamento educado perante o desconhecido ou o superior - se o mesmo não for representante do Estado ou do regime, atenção, a quem se deve muita vénia, mais pelas instituições que representa do que pela pessoa que é - deverá ser suave e cordial q.b. - ou seja, Senhor(a) Apelido. E, chega.</p>
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		<title>First Impressions</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 09:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Primeiras Impressões de Sôdona Maria Lua desde a Aterragem na Portela:
 
1. &#8220;Ai, c&#8217;alôr!&#8221;
2. &#8220;Mommy, doem-me ou maxilares. Ou desloquei-os à saída do avião ou a minha esqueletura já estranha o falar português durante tantas horas. Charla agora tu um pouco, enquanto eu reposiciono a boca in portuguese mode.&#8221;
3. As Docas continuam tão belas quanto antes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Primeiras Impressões de Sôdona Maria Lua desde a Aterragem na Portela:</strong></p>
<p> </p>
<p>1. &#8220;Ai, c&#8217;alôr!&#8221;</p>
<p>2. &#8220;Mommy, doem-me ou maxilares. Ou desloquei-os à saída do avião ou a minha esqueletura já estranha o falar português durante tantas horas. Charla agora tu um pouco, enquanto eu reposiciono a boca <em>in portuguese mode</em>.&#8221;</p>
<p>3. As Docas continuam tão belas quanto antes. Um jarro de sangria à frente do nariz e uma Mommy em primeiro plano com uma vista divinal 180º em <em>background</em> sobre a outra margem e eu quase me esqueço da vida. A tarde passa a voar, enquanto as nossas gargalhadas se misturam com o barulho das gaivotas e as nossas faces ficam cada vez mais e mais rosadinhas. <em>Pure bliss.</em></p>
<p>4. &#8220;Ai, que as nossas gajas da Ibéria são mesmo <em>mignon</em>, Mommy! Meninas <em>coquette</em> e livres de obesas. Sim, senhora.&#8221;</p>
<p>5. &#8220;Então quando começam os documentários, as reportagens, os filmes, os <em>chat-shows</em>?&#8221;, pergunto eu mal habituada à televisão de qualidade em horário nobre. &#8220;Quais documentários, reportagens, filmes e setexôs?&#8221;, contesta a Tia Ganga com escárnio na voz, &#8220;Aqui é novelas das seis à meia noite!&#8221;, afirma ela agora com um sorriso de orgulho no produto nacional. &#8220;E são bem giras!&#8221;, remata por fim, enquanto eu decido-me mentalmente a passar o resto das noites da minha estadia a ler os livros que trouxe na mala.</p>
<p>6. &#8220;Que delícia de comida, Mommy! O que é isto, o que é isto?&#8221;, pergunto eu a mugir de prazer. &#8220;É arroz de tomatinho com pastéis de bacalhau&#8221;. Silêncio. &#8220;Olha, vê lá tu que eu já nem sabia o que isso era.&#8221;</p>
<p>7. &#8220;Mommy, adoro o teu novo acessório. É horrores de fantástico.&#8221;</p>
<p><img class="centerblank" src="http://www.pinkalfresco.com/Images/firstimpressions.jpg" alt="" /></p>
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